segunda-feira, 8 de outubro de 2012

PERSPECTIVAS DA GESTÃO ESCOLAR E IMPLICAÇÕES QUANTO À FORMAÇÃO DE SEUS GESTORES.



PERSPECTIVAS DA GESTÃO ESCOLAR E IMPLICAÇÕES QUANTO À FORMAÇÃO DE SEUS GESTORES.


O texto aborda as questões fundamentais dos novos desafios da gestão escolar, através das novas demandas que as escolas enfrentam dentro do contexto de uma sociedade que se democratizar e se transformar, de modo que a pratica seja um livro aberto de experiências consistentes na construção do conhecimento e da aprendizagem dada na sua centralidade para o desenvolvimento de uma educação de qualidade.
No qual se evidencia a autonomia escolar através da participação e decisões coletivas que são peças fundamentais para que realmente à autonomia se faça presente na gestão escolar, na qual venha se caracterizar por uma força de atuação consistente, de modo que os membros da escola reconheçam e assumam esse poder de exercer, de compreender e de agir em torno das questões que lhe dizem respeito à descentralização, a democratização da gestão escolar e a construção da autonomia da escola e a formação de gestores escolares.
A mudança mais significativa que se pode registrar e a do modo como vemos a realidade e de como dela participamos, estabelecendo sua construção na sociedade, onde o desenvolvimento da consciência de que o autoritarismo, a centralização, a fragmentação, o conservadorismo e a ótica do dividir para conquistar, à estagnação social e ao fracasso de suas instituições.
Esse paradigma é marcado por uma forte tendência à adoção de concepções e práticas interativas, participativas e democráticas, caracterizadas por movimentos dinâmicos e globais, estabelecendo alianças, redes e parcerias, na busca de soluções de problemas e alargamento de horizontes.
Hoje a escola é vista como o centro das atenções da sociedade, em busca de dos grandes estratégias para o desenvolvimento da qualidade de vida das pessoas, através dos impactos que acontece na escola, onde o enfoque é a bombardeada por demandas sociais das mais diversas ordens, no qual se observa, também, o interesse de grupos e organizações, no sentido de colaborarem com a escola, constituindo-se essa área, um campo fértil para a realização de parcerias em prol da educação, para o desenvolvimento da sociedade, e, por conseguinte, um grande desafio para os gestores escolares, por exigirem deles novas atenções, conhecimentos e habilidades de modo que sejam capazes de enfrentar criativamente, com empreendedorismo e espírito crítico, os problemas cada vez mais complexos da sociedade, no contexto escolar, onde exige esforços redobrados e maior organização do trabalho educacional, não basta ao estabelecimento de ensino apenas preparar o aluno para níveis mais elevados de escolaridade, uma vez que o que ele precisa é de aprender para compreender a vida, a si mesmo e a sociedade, como condições para ações competentes na prática da cidadania. E o ambiente escolar como um todo deve oferecer-lhe esta experiência.
Devem ocorre nos estabelecimentos de ensino são os bons resultados de aprendizagem pelos seus alunos e os bons usos de seus recursos através da realização do processo, tanto com as parcerias já existentes no contexto nacional entre organizações não-governamentais e empresas, com a escola, assim como o bom funcionamento de Associações de Pais e Mestres.
Todo esse movimento, alterando o sentido e concepção de educação, de escola e da relação escola/sociedade, tem envolvido um esforço especial de gestão, isto é, de organização da escola, assim como de articulação de seu talento, competência e energia humana, de recursos e processos, com vistas à promoção de experiências de formação de seus alunos, capazes de transformá-los em cidadãos participativos da sociedade.
No qual o de diretor tutelado dos órgãos centrais, sem voz própria, em seu estabelecimento do ensino, para determinar os seus destinos e, em conseqüência, responsabilizado os resultados de suas ações e respectivos resultados. Seu papel era o de guardião e gerente de operações estabelecidas em órgãos centrais. Seu trabalho constituía se, sobretudo, repassar informações, controlar, supervisionar, “dirigir” o fazer escolar, de acordo com as normas propostas pelo sistema de ensino ou pela mantenedora. 
Cabe a responsabilidade maior do dirigente é a obtenção e a garantia de recursos necessários para o bom funcionamento da unidade, sendo a precariedade de recursos considerada como o maior impedimento à realização do seu trabalho.
Os sistemas educacionais, como um todo, e os estabelecimentos de ensino, como unidades sociais especiais, são organismos vivos e dinâmicos, fazendo parte de um contexto socioeconômico-cultural marcado não só pela pluralidade, como pela controvérsia que vêm, também, a se manifestar na escola; portanto, com tais características devem ser também as escolas entendidas. Ao serem vistas como organizações vivas, caracterizadas por uma rede de relações entre todos os elementos que nelas atuam ou interferem direta ou indiretamente, a sua direção demanda um novo enfoque de organização e é a esta necessidade que a gestão escolar procura responder. Ela abrange, portanto, a dinâmica das interações, em decorrência do que o trabalho, como prática social, passa a ser o enfoque orientador da ação de gestão realizada na organização de ensino.
Amor é quando você se apaixona pela mesma pessoa todos os dias, como se fosse a primeira vez..

A razão do meu viver.. minha vida...

Encontre alguém que não tenha medo de admitir que sentiu a sua falta... Alguém que saiba que você não é perfeita, mais mesmo assim, te amara do jeito que você é... Alguém que tenha um imenso medo ou te perder... Alguém que te diga EU TE AMO sempre verdadeiramente... <3 <3 <3 

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Só o tempo!!

Com o tempo nós aprendemos que nada dura para sempre, que a vida não vai seguir o rumo que desejamos e que chorar não vai te ajuda em nada.